No tema “Identidade” em Formação Cívica os alunos do 5.ºA escreveram textos sobre “O meu nome e o nome dos que me rodeiam”.
O meu pai chama- se Mário, mas ninguém o conhece pelo seu nome. Desde bebé que lhe chamam Teté. Carla é a minha mãe.
A minha avó e o meu avô têm nomes raros: Violenta e Bernardino (que engraçado!). Os meus irmãos têm nomes de que eu gosto muito: Flávio e Gonçalo.
Na minha família há muitos gémeos. Só a minha tia teve dois pares: a Ângela e a Susana e o Ivan e a Deise.
As minhas amigas são muito fixes.
O meu nome não é Mónica nem Verónica. Adivinha… sou a Jéssica.
(Jessica Alves)
Sandra é o nome da minha mãe
que comigo brinca também.
Carlos é o meu pai,
que ao parque comigo vai.
Os meus avós são: Adelaide, António, Branca e Amílcar
que no meu coração sempre vão ficar.
Os meus primos são muitos…
Mas vou dizer dois que estão no meu coração: Axel e Simão.
O Nilton conheci na Escola Móvel, juntamente com o Luca,
agora vão ser meus amigos e não os vou esquecer nunca.
(Cristiano)
A minha mãe chama-se Sónia.
O meu pai chama-se Jacinto,
o que rima com pinto.
A minha avó chama-se Lina
e na vida que tenho é óbvio que o meu pai tem uma carrinha!
Como o meu avô Augusto
neste tempo é breve o magusto.
Agora as minhas manas:
a Dânia, a Jénifer e a Liana;
e as minhas amigas: a Iara e a Diana.
E eu, muito prazer, chamo-me Luana.
(Luana)
Eu acho o nome Nicole invulgar, mas giro.
Para mim o meu nome é bonito
Para outros eu não sei.
Vou levá-lo a ver o mundo
Mas não com um vaivém.
Verónica é o nome da minha mãe;
Flávio, o nome do meu pai.
O nome do meu irmão será Gabriel
e o nome do meu avô é Miguel.
Madalena e Rita são minhas amiguinhas,
Raquel e Linda são as minhas avozinhas.
(Nicole)
O meu nome é muito fácil de dizer e gosto muito. Luca é o nome de um dos apóstolos de Jesus, e o seu significado é: Iluminado.
(Luca)
Artur, nome de homem
Generoso e inteligente
Nome convincente
E bastante atraente.
(Artur)



Autoria de Jéssica Torralvo, 11º Ano do Curso de Técnico em Comunicação
Foi bonita a cerimónia de entrega de prémios referente ao concurso sobre Astronomia Artística que decorreu no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Estivemos presentes, pois foram premiados vários trabalhos realizados por alunos que frequentam o ensino a distância para a itinerância, ainda que esse trabalhos tivessem sido desenvolvidos ainda em contexto da anterior Escola Móvel. Em breve deixaremos aqui informação sobre os trabalhos premiados!
Foi pedido à turma do 9ºA, como exercício final da disciplina de CE, a elaboração de ilustrações baseadas em excertos de episódios retirados de "Os Lusíadas", nomeadamente o "Consílio dos Deuses", "Batalha de Aljubarrota" e "Inês de Castro".
O trabalho que se segue é da aluna Priscila Alves, sendo que as ilustrações que realizou foram baseadas no episódio "Consílio dos Deuses":
Estância 20
Quando os Deuses no Olimpo luminoso,
Onde o governo está da humana gente,
Se ajuntam em consílio glorioso
Sobre as cousas futuras do Oriente.
Pisando o cristalino Céu fermoso,
Vêm pela Via Láctea juntamente,
Convocados da parte do Tonante,
Pelo neto gentil do velho Atlante.
Estância 36
Mas Marte, que da Deusa sustentava
Entre todos as partes em porfia,
Ou porque o amor antigo o obrigava,
Ou porque a gente forte o merecia,
De entre os Deuses em pé se levantava:
Merencório no gesto parecia;
O forte escudo ao colo pendurado
Deitando para trás, medonho e irado,
Estância 42
Enquanto isto se passa na formosa
Casa etérea do Olimpo omnipotente,
Cortava o mar a gente belicosa,
Já lá da banda do Austro e do Oriente,
Entre a costa Etiópica e a famosa
Ilha de São Lourenço; e o Sol ardente
Queimava então os Deuses, que Tifeu
Com o temor grande em peixes converteu.
De seguida, veremos o trabalho de Iara Rodriguez, também feito a partir do "Consílio dos Deuses":
Estância 23
Em luzentes assentos, marchetados
De ouro e de perlas, mais abaixo estavam
Os outros Deuses todos assentados,
Como a razão e a ordem concertavam:
Precedem os antiguos, mais honrados;
Mais abaixo os menores se assentavam;
Quando Júpiter alto, assim dizendo,
C'um tom de voz começa, grave e horrendo:
Estância 36
Mas Marte, que da Deusa sustentava
Entre todos as partes em porfia,
Ou porque o amor antigo o obrigava,
Ou porque a gente forte o merecia,
De entre os Deuses em pé se levantava
Merencório no gesto parecia;
O forte escudo ao colo pendurado
Deitando para trás, medonho e irado,
As ilustrações realizadas pelo Victor Araújo, acerca do mesmo episódio:
Estância 22
Estava o Padre ali, sublime e dino,
Que vibra os feros raios de Vulcano,
Num assento de estrelas cristalino,
Com gesto alto, severo e soberano.
Do rosto respirava um ar divino,
Que divino tornara um corpo humano;
Com ũa coroa e ceptro rutilante,
De outra pedra mais clara que diamante.
Estância 23
Em luzentes assentos, marchetados
De ouro e de perlas, mais abaixo estavam
Os outros Deuses todos assentados,
Como a razão e a ordem concertavam:
Precedem os antiguos, mais honrados;
Mais abaixo os menores se assentavam;
Quando Júpiter alto, assim dizendo,
C'um tom de voz começa, grave e horrendo:
Estância 29
E porque, como vistes, têm passados
Na viagem tão ásperos perigos,
Tantos climas e céus experimentados,
Tanto furor de ventos inimigos,
Que sejam, determino, agasalhados
Nesta costa africana, como amigos.
E tendo guarnecida a lassa frota,
Tornarão a seguir sua longa rota.
Retirada do episódio da "Batalha de Aljubarrota", a ilustração da aluna Dalila Torralvo:
Estância 31
Já pelo espesso ar os estridentes
Farpões, setas e varios tiros voam;
Debaxo dos pés duros dos ardentes,
Cavalos treme a terra, os vales soam
Espedaçam-se as lanças, e as frequentes
Quedas co as duras armas, tudo atroam
Recrecem os immigos sobre pouca
Gente do ferro Nuno, que os apouca.
Vale também a pena salientar a ilustração que a Micaela Castro realizou, para o episódio "Inês de Castro":
Estância 126
- “Se já nas brutas feras, cuja mente
Natura fez cruel de nascimento,
E nas aves agrestes, que somente
Nas rapinas aéreas tem o intento,
Com pequenas crianças viu a gente
Terem tão piedoso sentimento
Como co’ a mãe de Nino já mostraram,
E c'os irmãos que Roma edificaram:
E, finalmente, sobre o mesmo episódio, a ilustração do Bruno Morais:
Estância 134
Assim como a bonina, que cortada
Antes do tempo foi, cândida e bela,
Sendo das mãos lacivas maltratada
Da minina que a trouxe na capela,
O cheiro traz perdido e a cor murchada:
Tal está, morta, a pálida donzela,
Secas do rosto as rosas e perdida
A branca e viva cor, co' a doce vida.
(Por Jéssica Torralvo)
O s meus dias eram horríveis, eu chegava da escola fazia os trabalhos de casa, lanchava, e depois até à hora do jantar não havia nada para fazer: eu ia para o quarto onde dormia e punha-me a chorar; tantas vezes que isso aconteceu, sentia muitas saudades dos meus pais principalmente, jamais tinha ficado longe deles. A minha mãe ligava-me sempre, eu percebia pela voz dela que estava a chorar e começava a dar-me uma volta ao estômago, que desatava a chorar e para ela não ouvir, eu desligava o telemóvel. E como o telemóvel da minha bisavó estava meio avariado, ela não ligava de novo naquele momento, porque sabia que ele ficava uns minutos sem funcionar.
O circo é minha vida e minha vida é o circo desde criança...
Foi muito complicado, houve um dia que não aguentei mais aquela vida e, quando a minha mãe me foi buscar no fim-de-semana, disse que não queria ir mais, mas ela dizia-me que eu precisava de estudar para garantir o meu futuro, eu fiz cara triste, mas tinha que me aguentar. Entretanto, no domingo os meus pais iam levar-me para a casa da avó do meu pai, eu pedi a minha mãe, por favor, para não me deixar ir, para dizer ao meu pai que eu não queria ir mais, e ele disse: “Ela chora lá, tu passas a vida a chorar aqui, olha ela fica, fogo. Não vai mais para lá, ela vai começar a ir para a escola de terra em terra, acredito que com a tua ajuda ela vai aprender”.
E assim foi, nunca mais voltei para a minha bisavó; a minha mãe todas as manhãs levantava-se e ia levar-me à escola mais próxima e eu ficava, às vezes por um dia só, mas aprendia sempre algo e no caminho partilhava com a minha mãe. Conseguia boas notas e isso deixava os meus pais orgulhosos. Quando passei para o 5º ano, a minha vida começou a complicar-se e, entretanto, eu teria que abandonar os estudos, mas eu não queria mesmo, a minha mãe estava sem tempo para me levar à escola. Na altura, no nosso circo, éramos poucos. O meu pai decidiu colocar mais umas pessoas a trabalhar e, por acaso, havia um rapaz que era do mesmo ano do que eu e a mãe dele levava-me à escola, fazia a minha matrícula; foi mesmo espectacular a senhora.
Passei para o 6º ano, começaram os espectáculos, faltei muitos dias às aulas, faltava nos dias dos testes, não consegui fazer trabalhos nenhuns, logo não tive avaliação. Recebi uma carta a dizer que teria de repetir o ano, fiquei tão irritada, pois nunca tinha chumbado, mas a realidade é que eu nesse ano não tinha aprendido absolutamente nada e tinha de me conformar.
Repeti o ano, tive boas notas, mas foi um ano difícil. Todos me olhavam de lado na escola, ninguém gostava de mim por ser artista de circo, chamavam-me tantos nomes: diziam que eu era “cirqueira”, “piolhosa”, “sarnenta”, ficava tão triste que só me apetecia sair da escola; todos se riam de mim. Depois havia sempre um engraçadinho que dizia que eu dormia no chiqueiro, ao pé dos porcos e dos cavalos, era tão difícil ouvir tudo isto… No meio do ano, comecei a ficar revoltada e sempre que me diziam estas coisas eu começava a bater neles - fossem rapazes ou raparigas - de mim já não se riam. Isto sempre me levava a parar ao Conselho Executivo, mas, pelo menos, já não ficava triste como antes. Antes não tinha amigos, e era boazinha, depois comecei a ser bruta e também não tinha amigos, logo não estava a perder nada.
(Continua...)
Com o propósito de alertar as alunas para um problema que afeta cada vez mais os jovens – o consumo de tabaco e os seus malefícios - e de favorecer a reflexão e o despertar das consciências, na disciplina de Educação para a Saúde lançou-se a proposta de redação de uma carta/e-mail pessoal de sensibilização de uma amiga que começara a fumar para emagrecer, no sentido de a convencer a deixar de fumar/ a tomar a decisão certa.
A “amiga” das alunas é a Catarina!
Olá Catarina!
Eu só te queria dizer que fumar é um grande vício e que só faz mal. Estou a dizer-te isso porque quem fuma diz que a pior coisa que lhe aconteceu foi ter pegado num cigarro para experimentar! Depois não conseguem deixar o vício.
Faz o que tu achares melhor, mas só te digo: deixa de fumar antes que apanhes o vício.
É para o teu bem, para o bem da tua saúde e o dos que te rodeiam.
(Andreia, 9ºB)
Olá querida amiga.
Estás boa?
Estou muito triste contigo.
Soube que andas a fumar, e não gosto da ideia de estares a fumar.
Fumar causa vários tipos de doenças: podes ter problemas respiratórios ou de pele.
És muito nova para estares nesta vida, ainda estás a começar a tua juventude e podes curti-la doutra forma, não desta forma que é fumar.
A sério que eu iria adorar que deixasses de fumar, iria ficar muito feliz por ti. Pensa nesse assunto.
Estou a morrer de saudades tuas, muda de vida.
Beijinhos.
Adoro-te!
(Stela, 7ºB)
Olá querida amiga!
Como estás?
Como vão as coisas por ai, a tua mãe está boa? E a escola tem corrido bem?
Estou muito zangada contigo!
Soube que andas a fumar e fiquei muito triste L Quando andávamos na escola de Fonseca Benevides tu vias as pessoas a fumar e dizias que “isso é um nojo, não gosto do cheiro do cigarro”.
Soube que andas a fumar. Agora já gostas do cheiro e isso já não é nojo?
Fumar causa várias doenças.
Catarina por favor peço-te: deixa de fumar amiga, és tão linda e vais estragar os teus dentes, a tua boca, sabes? Vais ficar muito feia, e não vou gostar de te ver assim.
Estou cheia de saudades tuas, amiga!
Beijinhos.
Adoro-te!
(Deolinda, 7ºB)
Olá amiguinha,
Estou muito triste porque soube que tu andas a fumar.
Soube que começaste a fumar porque pensas que o cigarro faz as pessoas emagrecer, mas isso é mentira.
Deixa-me dizer-te que o tabaco faz mal ao teu corpo, pode provocar danos: nos pulmões, no coração, na pele, na cabeça e nos dentes.
Catarina tens de deixar de fumar porque o tabaco só te faz mal e eu não quero que tu fiques doente, quero que sejas saudável e feliz para falarmos muito.
Catarina pensa bem e decide o melhor.
(Felícia, 5ºB)
Estes textos foram produzidos pelos alunos do 9º A, no âmbito da disciplina de Formação Cívica. A proposta de trabalho foi lançada e a pequena reflexão surgiu sobre o seu percurso, até agora, e sobre o futuro.
Olá, sou o Bruno Daniel Torralvo Morais, nasci no circo e toda a minha família é circense. Eu comecei por fazer de Palhaço, tinha 3 ou 4 anos, depois fui melhorando com o passar dos anos e fazendo outras coisas.
Uma coisa que tenho bem na memória, para aí há 4 ou 5 anos atrás, foi quando estava a trabalhar no circo, no meio do espectáculo em plena actuação, caí e parti o braço em dois sítios, mas continuei a minha actuação até ao fim e só depois fui para o hospital. Depois de recuperar dediquei-me ao malabarismo…
Quanto ao meu futuro, logo se vê. Estudo para uma vida melhor!
Bruno Morais
Eu sou um artista de circo, esta profissão é uma profissão totalmente diferente de todas as outras, nunca estamos no mesmo sítio, não temos horários.
O que me lembro muitas vezes é do primeiro número que fiz: domador de póneis. Fui domador durante um ano e quando comecei tinha uns 7 ou 8 anos. Lembro-me muitas vezes disso e isso também foi a minha primeira função.
Actualmente, já não faço esse número. Agora faço malabarismo, trabalho na roda da morte, faço de palhaço e estou a aprender o número de trapezistas voadores.
O número que, por vezes, gosto de fazer e outras vezes não é o de palhaço, porque esse é o número mais difícil de fazer no circo. Nem sempre conseguimos fazer as pessoas rirem.
Eu não imagino o meu futuro sem ser no circo, não me imagino a fazer outra coisa sem ser isto.
Flávio Alves
Neste momento, só faço espectáculos fora do circo. Em pequena andei em muitos circos: Circo Mundial (do meu tio), Circo Victor Hugo Cardinali e em outros. Agora, só faço animação, em pavilhões, e em escolas.
Lembro-me muito de brincar com a minha prima no circo, sempre fomos muito unidas, porque temos a mesma idade.
No meu futuro, imagino-me fora do circo, mas nunca se sabe.
Micaela Castro
O circo… o meu mundo!
Estou no circo desde que nasci…
A primeira lembrança que tenho no espectáculo, tinha eu uns 4 anos, fazia de coelhinho numa fantasia sobre a Branca de neve e os Sete Anões. Mais tarde, em Setembro de 2005, comecei a fazer Hulla-Hoop, ia fazer 11 anos. Foi lindo… nunca mais me vou esquecer do momento em que entrei na pista sozinha pela primeira vez, aquele frio na barriga antes de entrar que passou assim que entrei na pista e vi o público, as luzes…
Passados uns meses, já em 2006, fui para França. Fiquei lá até Novembro, de seguida, fui para Itália, onde fiquei até Março. Voltei a França e fiquei por lá mais 2 anos.
Em 2009, de volta a Portugal onde fiquei 6 meses, fui para Espanha mais 6 meses e depois voltei a Portugal, onde trabalhei mais 1 ano. Dentro de 1 mês estarei em Angola, será uma experiência fantástica.
Futuramente… o que será que vai acontecer? Será que vou conhecer novos países? Talvez…
Uma coisa é certa, o circo estará sempre presente na minha vida!
Priscila Alves
Este período os alunos da turma do 5º A realizaram cartazes para anunciar as suas feiras/circos em Área de Projecto. O desafio era construir um cartaz apelativo com um desenho/fotografia da autoria dos alunos, referindo o nome da feira/circo, o local, os dias, o horário e uma mensagem apelativa (com as principais atracções).
Os alunos responderam com entusiasmo a este desafio e estes são alguns dos cartazes elaborados.
NICOLE SILVA, 5º A
LEANDRA TAVARES, 5º A
CRISTIANO COSTA, 5º A
Na literatura oral e tradicional, podemos encontrar diversos trava-línguas (exercício oral que consiste em articular, com rapidez e sem enganos, frases ou sequências de palavras com segmentos difíceis de pronunciar).
Na disciplina de Língua Portuguesa, os alunos do 5.º A tiveram a oportunidade de participar num concurso, lendo o seguinte trava-línguas:
O tempo pergunta ao tempo
Quanto tempo o tempo tem
E o tempo responde ao tempo
Que o tempo tem tanto tempo
Quanto tempo o tempo tem.
Quando o tempo vem a tempo,
Tenho tempo até de sobra;
Se o tempo vem a destempo,
O tempo não chega a tempo,
Pró tempo que exige a obra.
Todos deram o seu melhor, mas a vencedora foi a Nicole Chen, do 5.º A, que conseguiu ler rapidamente e sem acabar com a língua num nó.
Podem ouvir aqui o trava-línguas da grande vencedora.
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